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Os problemas mais comuns na pele de seu pet

Os problemas mais comuns na pele de seu pet

Alergia: picada de pulgas costuma aparecer onde o animal não consegue se coçar, como a parte posterior das coxas, dorso e base da cauda. Nesses locais é possível ver as pulgas e a irritação da pele pode modificar a coloração da pele que varia de vermelho à cinza. Queda de pelo nessa região é bastante comum. Aproveite o inverno, estação não favorável à reprodução desses parasitas, e acabe com esse problema que conta ainda com o precioso auxílio de anticoncepcionais para pulgas. Outra alergia pode ser alimentar, mais difícil de diagnosticar e que precisa de uma anamnese bem detalhada. Além da coceira de pele, outros sinais de alergia são espirros frequentes, rinites e olhos lacrimejantes.
Micose: o micro-organismo presente em objetos e até no solo, encontra terreno fértil em ambientes de pouca higiene e umidade. Animais jovens, cuja defesa ainda está em formação, costumam ser os mais atingidos. Uma das formas mais comuns de se desenvolver as micoses é através dos pelos embolorados que deixam a área sem a oxigenação adequada, o que é péssimo para a saúde da pele. Para fungos, necessita de medicação oral não raro acompanhada de banhos medicinais e corte de pelo que deve ficar bem baixinho. A seguir algumas recomendações: Não permita que seu pet fique molhado por muito tempo, não o agasalhe molhado, evite contato com animais doentes, mantenha a higiene do local, permite a pele ventilar não usando roupas abafadas por muito tempo sobre o pelo do animal.
Sarnas: existem diferentes tipos de sarna como a demodécica, a sarcóptica e a otodécica. A coceira frequente traz suas complicações e lá vem fungos e outras infecções bacterianas. A maneira mais fácil de ser a sarna transmitida é por meio do contato do animal doente com o sadio e isso vale para o ser humano. Pequenas coceiras nos braços após tratar ou tocar em animais contaminados nada mais é do que o próprio ácaro tentando penetrar na pele humana. As sarnas precisam ser diagnosticadas com o auxílio de exames complementares, como o raspado de pele. Os tratamentos são específicos e em alguns casos se prolongam por muito tempo, como na sarna demodécica.
Dermatites: causadas por bactérias, pode ser efeito secundário a picaduras e coceiras frenéticas que escarificam a pele e favorecem à contaminação. Porém, algumas doenças sistêmicas alteram o metabolismo dos hormônios e de outros elementos que constituem uma barreira de proteção à pele, podendo igualmente promover a infecção. Presença de pus na pele é algo que precisa ser por um médico veterinário investigado para dar início ao tratamento adequado e prevenir novas infecções. Dermatite atópica, uma hipersensibilidade que o animal apresenta a determinado agente que pode ser orgânico, químico ou físico, como carpetes, sabonetes e perfumes. Animais submetidos a longos períodos de estresse podem apresentar certa fixação por uma área de corpo, como as patas. Nem sempre é tarefa fácil descobrir de onde vem o causador de uma dermatite atópica, patologia que exige muita paciência do proprietário para ser atenuada.
Problema hormonal: Hipotiroidismo e hiperadrecorticismo são algumas patologias que cursam com alterações dermatológicas, peso e coloração da pele que pode perder pelo em áreas específicas do corpo caracterizando a doença. Doenças hormonais são mais complexas de serem diagnosticadas e é necessário contar com a experiência do profissional que precisa se valer de alguns exames complementares para fundamentar o diagnóstico. O tratamento é medicamentoso. 

Quando o assunto é pele de cães e gatos atenção! Coceira pode ser algo sem muita importância ou a ponta de um iceberg que pode exigir tratamentos mais complexos e por um longo período.

 

Tags: Vida Animal


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